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Campanha de prevenção dos transtornos alimentares e obesidade no curso de Nutrição
A ação foi uma forma de mobilizar e alertar o público, incluindo estudantes, funcionários e visitantes, sobre os fatores biopsicossociais relacionados e sobre a seriedade dos transtornos alimentares. A iniciativa foi fruto de…

A ação foi uma forma de mobilizar e alertar o público, incluindo estudantes, funcionários e visitantes, sobre os fatores biopsicossociais relacionados e sobre a seriedade dos transtornos alimentares. A iniciativa foi fruto de uma atividade integradora e extensionista do 6º período matutino do curso de Nutrição do Centro Universitário CESMAC.
Os temas centrais da campanha foram: A ditadura da beleza e a mentalidade de dietas restritivas; Obsessão cultural pelo corpo perfeito; O estigma de culpa associado à obesidade e A influência da mídia e da cultura na insatisfação corporal e autoestima.

Antes da culminância da campanha os estudantes foram divididos em cinco linhas de ação nos campi 1, 2 e 3 do CESMAC e ainda no prédio do curso de Direito – Íris II. Os grupos realizaram panfletagem (supervisão da profa. Monique Amaral); dinâmica de aceitação corporal/aceitação/autocuidado (supervisão da profa. Annelise Paiva; cartazes e orientações verbais (supervisão da profa. Márcia Fidelix); e campanha virtual via Instagram do curso de Nutrição (lives e postagens) (profa. Deborah Tenório).
Além disso, o tema também foi enfatizado com ações visuais distribuídas em locais estratégicos dos campi, como nos espelhos dos banheiros, murais e alguns lixeiros.
A Mesa-redonda reforçou ainda mais as ações da Campanha e contou com a participação das seguintes profissionais e especialistas: Karllene Farias – Psicóloga; Rosa Carla Lôbo - Psicóloga; Júlia Guimarães – Nutricionista, e ainda a supervisão da profa. Júnia Helena Porto Barbosa.

De acordo com a professora Júnia Helena Porto Barbosa, que também coordena a Clínica Escola de Nutrição do CESMAC, “a mesa-redonda foi uma das ações de uma campanha organizada pelos professores e estudantes do sexto período do curso de Nutrição para prevenir casos de transtornos alimentares, cada vez mais prevalentes na população. Vivemos uma “crise do comer moderno”, em que os indivíduos, diante de pressões externas, se sentem desconectados dos hábitos alimentares culturais, familiares e dos seus sinais fisiológicos de fome e saciedade”, afirmou.
A docente disse ainda que, “o resultado para muitos têm sido disfunções físicas e emocionais. Embora os diagnósticos de transtornos alimentares, como a bulimia, anorexia e compulsão alimentar, sejam desafiadores na prática clínica, já há um consenso entre os profissionais de saúde de que boa parte da população vive a chamada “síndrome do comer transtornado”, quando os indivíduos estabelecem uma relação negativa e de caráter punitivo/restritivo com os alimentos. Nossa ação buscou trazer luz e razão ao público para que busquem uma relação mais consciente e positiva com a alimentação e, em casos de situações que gerem sofrimento e falta de controle, os indivíduos se sintam seguros para buscar ajuda especializada”, detalhou.
Mais sobre as integrantes da Mesa-Redonda:

Júlia Costa Guimarães Neta – CRN-6 11502 (blusa preta)
Graduação em Nutrição – UFAL, Graduação em Educação Física Bacharelado - UFAL Especialista em Bioquímica, Fisiologia Treinamento e Nutrição Esportiva – UNICAMP, Mestrado em Nutrição e Desenvolvimento Fisiológico – UFAL, Docente de Graduação e Pós-Graduação em Nutrição Membro do Grupo de Pesquisa em Ciências Aplicadas ao Esporte - GPCAE/UFAL e Atua em consultório particular desde 2013.
