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Centro de Pesquisas Clínicas CESMAC/ Hospital do Coração de Alagoas participa de congresso europeu
A participação na 29ª Reunião Europeia sobre Hipertensão e Proteção Cardiovascular, um congresso europeu que aconteceu em Milão, na Itália, destaca o volume de estudos desenvolvidos no Centro de Pesquisas Clínicas CESMAC/…

A participação na 29ª Reunião Europeia sobre Hipertensão e Proteção Cardiovascular, um congresso europeu que aconteceu em Milão, na Itália, destaca o volume de estudos desenvolvidos no Centro de Pesquisas Clínicas CESMAC/ Hospital do Coração de Alagoas, a nível mundial.
Os Encontros Anuais de Hipertensão Europeia oferecem programas científicos da mais alta qualidade relacionados à pesquisa em áreas Básicas e Clínicas sobre Hipertensão, com palestras, simpósios por satélite, mesas-redondas, e debates em sessões de ensino e créditos para qualificação com especialistas em Hipertensão da Sociedade Europeia de Hipertensão - ESH.
O Centro de Pesquisas Clínicas da Instituição ficou entre os destaques anuais da reunião, contribuindo com cerca de 30% do conteúdo mundial. O programa reservou um amplo espaço para os aspectos práticos da gestão da hipertensão através das sessões de Ensino com especialistas e clínicos, bem como por meio de sessões reservadas em hipertensão e Centros de Excelência ESH.
O Prof. Dr. Marco Mota, investigador principal do Centro de Pesquisas Clínicas CESMAC/ Hospital do Coração de Alagoas, reforça a importância dessa contribuição. “Os dados mostram que somos o único Centro de Pesquisas, que representou a América Latina no congresso internacional. Há um consórcio internacional sobre Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA) com pressão central de 24h. No evento europeu de hipertensão, o investigador coordenador desse projeto e do consórcio, chamado Thomas Weber, apresentou os dados mundiais de normalidade para esses parâmetros. Nessa apresentação constavam 2.600 exames realizados e desse total 700 foram provenientes do nosso Centro de Pesquisas em Maceió, que corresponde a mais ou menos 26% do conteúdo mundial”, explicou.

