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Clínica Escola de Fisioterapia do CESMAC retoma atividade presencial
“Voltamos, mas de uma forma segura, cautelosa e respeitando todos os critérios que determinam a segurança dos alunos, professores e pacientes”, a firmação é da Profa. Izabelle Quintiliano, coordenadora da Clínica Escola de…

“Voltamos, mas de uma forma segura, cautelosa e respeitando todos os critérios que determinam a segurança dos alunos, professores e pacientes”, a firmação é da Profa. Izabelle Quintiliano, coordenadora da Clínica Escola de Fisioterapia do Centro Universitário CESMAC. Os atendimentos presenciais foram retomados no início desta semana, para os pacientes que já integram o prontuário da prática de estágio.


A Instituição está seguindo o Plano de Contingência, elaborado por uma comissão, com integrantes da área de saúde e Biossegurança, que orienta todo o protocolo para que o retorno aconteça da forma mais segura possível. Atendendo às normas, foi estabelecida uma rotina, que inicia da entrada com o tapete sanitizante, totem de álcool, verificação da temperatura, distanciamento, espaços sinalizados, e respeitado o quantitativo de pessoas no local.

Professores e acadêmicos do estágio estão recebendo os pacientes com todos os Equipamentos de Proteção Individual – EPI’s (luvas, máscaras e Face Shield - Protetor facial). Após cada atendimento é feita a higienização da sala, ficando pronta para receber o próximo paciente. Também foram instaladas pias nas recepções, possibilitando a maior higienização das mãos.

O retorno presencial está sendo gradativo, mas alguns atendimentos já vêm acontecendo pelo teleatendimento, modalidade autorizada pelo Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional – CREFITO.


A Profa. Renata Sampaio, coordenadora do curso de Fisioterapia destaca: “nós estávamos bem ansiosos para fazer esse retorno porque o serviço de Fisioterapia é considerado essencial e nós não podemos parar a assistência à saúde. O atendimento presencial é primordial para uma série de pacientes, por isso fizemos todo o planejamento pelo fato, de na sua grande maioria, serem considerados grupo de risco. Então essa organização precisou de um olhar pedagógico, considerando o aluno que precisa desenvolver suas habilidades, mas também temos assistência à comunidade”, afirma.
Assistência para pacientes de pós-COVID-19

