Jornada Brasileira Multiprofissional em Câncer traz palestrantes de renome local e nacional
Continuando os debates sobre o assunto, o Cesmac realizou nesta manhã (21), mais duas palestras na Jornada Brasileira Multiprofissional em Câncer abordando os seguintes temas: Ordem de administração de antineoplásicos, com a…
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CESMACImprensa e comunicação
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Acervo de imprensa CESMAC
Continuando os debates sobre o assunto, o Cesmac realizou nesta manhã (21), mais duas palestras na Jornada Brasileira Multiprofissional em Câncer abordando os seguintes temas: Ordem de administração de antineoplásicos, com a palestrante e enfermeira da oncologia pediátrica da Santa Casa e mestranda de Pesquisa em Saúde - Cesmac, Nathália Araújo.
Denominam-se agentes quimioterápicos antineoplásicos ou citostáticos, os fármacos usados para o tratamento de neoplasias quando a cirurgia ou radioterapia não é possível ou é ineficaz e como adjuvantes para cirurgia. Elas têm como finalidade: curar, melhorar a sobrevida e/ou promover efeito paliativo.
A grande maioria dos agentes quimioterápicos antineoplásicos é de natureza tóxica e sua administração exige grande cuidado e habilidade. Cometer um erro durante o manuseio ou na administração de um desses medicamentos pode levar a efeitos tóxicos graves, não apenas para o cliente, mas também para o profissional que prepara e administra estes medicamentos.
Por essas razões, a enfermagem deve ter além de habilidades psicomotoras, o conhecimento científico sobre a ação dos agentes quimioterápicos e o preparo do cliente, bem como estar assegurado de equipamentos de proteção individual que atendam as exigências para a administração de quimioterápicos antineoplásicos.
A segunda palestra foi proferida pelo professor Me. Daniel Sturaro, com o tema: Multiprofissionais no tratamento oncológico com transparente de células-tronco hematopoiéticas.
Segundo estudos, a qualidade de vida (QV) em pacientes que realizam Transplante de Célulastronco Hematopoiéticas (TCTH) é um tema muito discutido entre os profissionais da saúde em virtude das alterações na vida e nas rotinas habituais do paciente.
O tratamento do TCTH acarreta modificações em seu cotidiano, envolto em longos períodos de isolamento social, hospitalização prolongada e alterações físicas e psicossociais. O conceito de QV baseia-se na percepção do significado que as pessoas atribuem as suas experiências de vida. É determinada pelo indivíduo, através da percepção do nível de satisfação e/ou felicidade em relação aos vários domínios que este considera importante, logo a satisfação com a vida é considerada como núcleo central deste conceito e, por isso, frequentemente utilizada para sua avaliação.
Geralmente, os instrumentos de avaliação de qualidade de vida são questionários compostos por um determinado número de itens ou questões que são agrupados por afinidade e mensuram indiretamente um mesmo construto, domínio ou dimensão. O domínio se refere à área de comportamento ou experiência que se deseja medir. Os domínios são o físico, o psicológico ou emocional e o social.