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Núcleo de Apoio Psicopedagógico do CESMAC apoia a “Campanha Sinal Vermelho para a Violência Doméstica”
O Núcleo de Apoio Psicopedagógico – NAPC, do Centro Universitário CESMAC, está apoiando a “Campanha Sinal Vermelho para a Violência Doméstica”. Mulheres em situação de violência são realidade no Brasil e, em tempos de…

O Núcleo de Apoio Psicopedagógico – NAPC, do Centro Universitário CESMAC, está apoiando a “Campanha Sinal Vermelho para a Violência Doméstica”. Mulheres em situação de violência são realidade no Brasil e, em tempos de isolamento, enfrentam ainda mais a dificuldade em denunciar os agressores. Esse cenário motivou o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) no lançamento da campanha, que tem como foco ajudar mulheres em situação de violência a pedirem ajuda nas farmácias de todo o país.
Para contribuir com esse importante processo, o NAPC/CESMAC pensou em divulgar a Campanha, colaborando com essa luta. A coordenação convidou professoras e colaboradoras da Instituição para serem parte integrante de um vídeo sobre o tema.
De acordo com a Psicóloga, docente e coordenadora do NAPC/CESMAC, Janaína Diniz, “por questão de solidariedade, responsabilidade social e sororidade, o Núcleo de Apoio Psicopedagógico mobilizou a comunidade acadêmica para disseminar a campanha, com o intuito de proporcionar ainda mais oportunidades de quebrar o ciclo de violência. É preciso falar sobre o assunto e orientar as vítimas sobre os canais disponíveis de denúncia”, afirma.

O objetivo da campanha é oferecer um canal silencioso, permitindo que essas mulheres se identifiquem nesses locais e, a partir daí, sejam ajudadas e tomadas as devidas soluções. É uma atitude relativamente simples, que exige dois gestos apenas: para a vítima, fazer um X nas mãos; para a farmácia, uma ligação.
Com o “X” vermelho na palma da mão, que pode ser feito com caneta ou mesmo um batom, a vítima sinaliza que está em situação de violência. Com o nome e endereço da mulher em mãos, os atendentes das farmácias e drogarias que aderirem à campanha devem ligar para o 190 e reportar a situação. A iniciativa conta com a parceria de 10 mil farmácias e drogarias em todo o país.
Para a acadêmica do sétimo período do curso de Psicologia, Lavínia Rodrigues Lima, “enquanto estudante de Psicologia tenho respeito e ponho em prática a empatia e o apoio ao próximo, achei extremamente importante participar desse convite, pois ainda não tinha o conhecimento profundo sobre o conteúdo exposto. Assim, a disseminação da campanha é imensamente relevante, expandindo esse conhecimento ao maior número de pessoas para que alcance realmente a quem de fato precisa. As campanhas e informações realizadas e postadas pelo Núcleo, estão sendo fundamentais nesse momento delicado que estamos passando, é uma satisfação fazer parte disso”, declara.

