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Professores Direito/CESMAC publicam artigos na Revista Acadêmica de Direito da UFPE
Os professores Eduardo Costa, Márcio Rocha, Bruno Leitão e França Jr. tiveram artigos publicados na primeira edição do ano de 2020 da Revista Acadêmica da Faculdade de Direito de Recife, da Universidade Federal de Pernambuco…

Os professores Eduardo Costa, Márcio Rocha, Bruno Leitão e França Jr. tiveram artigos publicados na primeira edição do ano de 2020 da Revista Acadêmica da Faculdade de Direito de Recife, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no volume 92. A revista é editada desde 1891 e se trata do periódico científico mais antigo do Brasil na área de Direito.
O professor Eduardo Costa, que leciona as disciplinas de Direito do Consumidor e Processo Civil, publicou artigo em coautoria com o também professor de Processo Civil Márcio Oliveira Rocha e a advogada Natália Fireman, intitulado “Coerência e integridade na formação dos precedentes judiciais: a influência de Ronald Dworkin no modelo brasileiro. ”
De acordo com o docente “O atual Código de Processo Civil tem apenas quatro anos de vigência e trouxe uma inovação significativa, que é o sistema de precedentes. A interpretação do Direito deve seguir certos parâmetros em sua aplicação. A opção do legislador brasileiro foi de reger o sistema de precedentes a partir dos conceitos da coerência e a integridade, que são construções teóricas do jurista americano Ronald Dworkin. Assim, a proposta do artigo foi discutir a incorporação de tais conceitos, criados em uma tradição jurídica distinta, no Direito brasileiro”, explica.
Já os professores de Direito Penal Bruno Leitão e França Jr. publicaram o artigo intitulado “Irretroatividade legal e jurisprudencial a partir do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos: dialogando com a Constituição da República. ”
Professor Bruno Leitão
Professor França Jr.
Segundo os autores, o texto traz uma análise crítica sobre a aplicação do princípio da irretroatividade penal, não apenas no tocante a lei, mas também quanto a jurisprudência, tendo como referência o que dispõe o PIDCP no artigo 15, do qual o Brasil é signatário, demonstrando como a Suprema Corte tem falhado em na aplicabilidade no país.
Acesse a Revista Acadêmica no Link: https://bit.ly/2UC1NOm



